sábado, novembro 25, 2006

Com o tempo passei a ser uma pessoa muito transparente, transparente até demais. Passei a acreditar que cada momento da vida deve ser aproveitado e nada deve ser guardado no peito, nenhum sofrimento, nenhuma paixão. Nesse momento me sinto amarrado a esse sentimento e não posso expressá-lo com medo de sua reação. Amo? Não sei, é um sentimento difícil definir. Não durmo pensando em você, toda vez que vejo uma propaganda de carro lembro de você e me ponho a fantasiar, tudo me lembra você como se estivessemos juntos desde sempre e você tivesse me abandonado.

Ainda tem seu maldito sobrenome, que uma vez você me disse que somava 4 e que combinava com você e que era melhor que seu nome. Já achava o número 4 perfeito em muitos aspectos, agora mais essa. Fico lembrando, repetindo seu nome, até no diminutivo. E nada posso falar, já te assustei uma vez e ouvi coisas que me doeram muito, não suportaria passar por outra rejeição do tipo.

Não ouso nem dizer seu nome e repetí-lo aqui até por que acho que já estou sendo bem direto, nem sei se você conhece meu blog, espero que não. Se você chegar a ler não se preocupe, um dia meu coração vai curar. Ficaria bem mais feliz se pudesse falar diretamente com você, que mesmo não querendo nada comigo você pudesse me ajudar a curar. Porque tá doendo muito, muito mesmo. Havia tempos que eu não ficava plantado na internet o dia todo, antes eu fazia algo, agora fico maior parte do tempo te esperando.

Queria tanto poder desabafar com você, mas acho que pelo menos carinhod e amigo você sente por mim e talvez isso o colocasse em sofrimento, mais um. Já basta tudo que você tá passando.






Enfim, é só um desabafo. Não se preocupe, hei de curar.

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